sexta-feira, 30 de novembro de 2012

The end of the world as we know it.

Amanhã começa dezembro de 2012, e segundo os maias no dia 21 deste mês haverá um fim de era. É, meus amiguinhos, o fim do mundo está próximo ou não, tudo é passível de interpretações para o bem ou para o mal, ou simplesmente para coisa nenhuma. Enfim, para pessoas otimistas como eu, o fim de era pode representar uma mudança do ser e das significações.  Muitas pessoas dizem que farão várias coisas que não tinham coragem de fazer antes e bla bla bla. O que elas não entendem é que o fim do mundo pode ser hoje para elas ou em qualquer outro dia. Quando você morre o mundo acaba pra você.
Nós temos que ser todos os dias o que queremos ser, o que nos faz bem, o que realmente somos, mesmo que escondido em sorrisos, mesmo no escuro e no impreciso. O hoje, o amanhã, o ontem e o depois são somente representações de tempo para poder controlar a vida, a sociedade, para se sentir menos complexo na complexidade da vida. O medo de não entender e de não ter sob controle, nos restringe a aceitar limitações. Isso não quer dizer que isso seja ruim, mas que restringimos nossas vidas a padrões que não foram criados por nós, porque não temos capacidade de criar nossos próprios padrões.
Cada um de nós é um universo. Sim, nós somos a única versão de nós mesmos. Muitos não se sentem especiais ou que não fazem diferença, porque só se vêem pelos olhos dos outros. Olhar para si é um processo delicado e exige desprendimento do que é que você representa para o outro. Deixe os outros olharem por seus próprios olhos e veja você mesmo.
Mas o que tudo isso tem a ver com o fim do mundo? Tudo. Quando o mundo que você vê é só seu e ele acaba quando você termina.